Quanto custa um site profissional: preços reais em 2026
Um resumo direto de quanto custa um site profissional em 2026 — site institucional, landing page, loja online — mais os custos mensais que quase ninguém menciona antes de assinar.
Um site profissional custa o que a sua complexidade custa. Uma landing page de uma só página com um formulário é a opção séria mais barata; um site institucional com várias secções, vários idiomas e um CMS fica acima disso; uma loja online com pagamentos, stock e CRM custa várias vezes mais. No nosso estúdio, uma landing page ou site institucional começa em 149 000 ֏ e uma loja online a partir de 499 000 ֏ — sempre «a partir de», porque o valor exato só surge depois de um briefing de 30 minutos onde percebemos o que o site precisa de fazer.
Os três níveis de preço, e o que os separa
Landing page. Uma página, uma oferta, uma ação: chamada, formulário, WhatsApp, marcação. Design personalizado, pensado primeiro para telemóvel, análise de dados, um formulário que funciona e chega onde realmente se leem as mensagens. É a forma mais barata de parecer profissional, e para muitos pequenos negócios é suficiente durante anos.
Site institucional. Várias páginas: serviços, sobre nós, casos, contactos, blog. Normalmente com CMS para poder editar os textos sozinho, normalmente em dois ou três idiomas, muitas vezes com integração com um CRM ou uma notificação no Telegram ou WhatsApp para os contactos não ficarem parados numa caixa de entrada. O preço cresce com o número de modelos de página únicos, não com o número de páginas. Vinte páginas de serviços construídas sobre o mesmo modelo custam pouco mais do que uma só.
Loja online. Catálogo, filtros, carrinho, checkout, meio de pagamento, cálculo de portes, estados de encomenda, sincronização de stock, painel de administração. Cada um destes pontos é um trabalho à parte. É por isso que uma loja começa em 499 000 ֏ e por que «só quero uma loja pequena» raramente é pequeno.
O que faz o valor variar dentro de cada nível: quantos ecrãs únicos um designer tem de desenhar, quantos idiomas, se já existe conteúdo ou se ainda tem de ser escrito, quantos sistemas externos têm de ser ligados, e se precisa de um painel de administração para conteúdo que vai atualizar semanalmente.
O custo mensal que ninguém menciona
Um site não é uma compra única. Conte com estas despesas todos os meses ou todos os anos:
- Domínio. Anual, pequeno, inegociável. Mantenha-o registado em seu nome, não no da agência.
- Alojamento ou cloud. Mensal. Uma landing page estática custa quase nada para alojar. Uma loja com base de dados e painel de administração custa mais, e a diferença é real.
- Certificado SSL. Normalmente já é gratuito, mas confirme que está configurado e a renovar-se automaticamente.
- Serviços pagos. Comissões do meio de pagamento por transação, SMS, envio de emails, API de mapas acima do plano gratuito, subscrição de um CRM.
- Suporte e atualizações. Correções de segurança, atualizações de bibliotecas, conflitos de plugins, pequenas edições. Os planos de suporte após o lançamento começam em 9 900 ֏/mês.
- Tráfego. Este é o grande item. Um site sem publicidade, sem SEO e sem presença nas redes sociais não recebe visitas. Muitos donos de negócio gastam tudo na construção e nada em levar pessoas até lá.
Se um orçamento não menciona o que acontece depois do lançamento, pergunte antes de assinar. Uma construção barata sem plano de manutenção transforma-se numa reconstrução cara dentro de dezoito meses.
Quando uma opção mais barata é a resposta certa
Um construtor sem código ou um perfil de redes sociais bem feito é genuinamente suficiente quando: vende uma única coisa num único bairro, os seus clientes encontram-no pelo mapa e pelo passa-palavra, e todo o processo de venda é uma chamada telefónica. Uma padaria com um único balcão e fila à porta não precisa de um site personalizado. Precisa de horários corretos no Google Maps, boas fotografias e um número de telefone que funcione.
Um construtor também é um primeiro passo razoável se está a testar uma ideia e ainda não sabe bem o que vai vender. Construa código personalizado quando o site faz trabalho real: recebe pagamentos, sincroniza com o stock, alimenta um CRM, serve vários idiomas, ou representa uma marca que tem de parecer melhor do que a concorrência.
Um site personalizado compensa quando um construtor começa a resistir — quando o checkout não consegue fazer o que a sua entrega exige, quando o modelo se desfaz com o seu catálogo, quando cada integração exige um plugin pago e o total mensal ultrapassa discretamente o que uma construção adequada teria custado.
O que preparar antes de pedir um preço
As agências não conseguem orçamentar com precisão sem isto, e informações vagas produzem orçamentos inflacionados.
- O objetivo numa frase. Chamadas, encomendas, candidaturas, marcações — escolha uma ação principal.
- Uma lista de páginas. Mesmo que aproximada. Diga quais têm layouts únicos.
- Idiomas. Dois idiomas não é o dobro do trabalho, mas é mais trabalho.
- Estado do conteúdo. Já tem textos, fotografias, logótipo, cores da marca? A falta de conteúdo é a razão mais comum para os projetos ficarem parados.
- Integrações. CRM, meio de pagamento, 1C, Telegram ou WhatsApp, mapas, sistema de marcações. Nomeie-as.
- Quem atualiza o site depois do lançamento. Você, a sua equipa, ou a agência. Isto determina se precisa de um CMS e quanto custa.
- Prazo e motivo. Uma época, uma feira, o lançamento de uma campanha.
Como ler um orçamento sem se queimar
Compare o âmbito, não os totais. Um orçamento por metade do preço de outro geralmente exclui design, conteúdo, trabalho para telemóvel ou suporte pós-lançamento. Faça três perguntas a cada proposta: o que é entregue exatamente, quem é o dono do código e do domínio, e o que acontece na semana a seguir ao lançamento quando algo falha.
Recuse aceitar um orçamento que seja uma única linha com um único número. Um orçamento a sério lista etapas: briefing, estrutura, design, construção, integrações, testes, lançamento. Peça para ver sites reais construídos pela equipa, não capturas de ecrã. Pergunte sobre que tecnologia o site é construído e se pode contratar outra pessoa para o manter mais tarde. Se a resposta o prende a um único fornecedor para sempre, isso também é um custo.
E desconfie de promessas de rapidez. Quem apresenta um preço fixo e uma data fixa antes de ouvir o que o seu negócio faz está a adivinhar, e mais tarde é o cliente que paga por essas suposições.
Perguntas frequentes
Quanto custa um site simples por mês? Domínio mais alojamento é o mínimo, e é modesto para um site pequeno. Acrescente suporte se quiser atualizações e segurança geridas: os planos começam em 9 900 ֏/mês. Acrescente comissões do meio de pagamento e quaisquer subscrições de CRM ou email que utilize.
Uma landing page é suficiente, ou preciso de um site completo? Se vende um único serviço ou tem uma única campanha, uma landing page converte melhor porque não tem nada que distraia da ação. Escolha um site completo quando tem vários serviços distintos, precisa de tráfego de pesquisa ao longo do tempo, ou os clientes o avaliam pela profundidade do que veem.
Por que razão uma loja online custa muito mais do que um site? Porque uma loja é software, não uma brochura. Pagamentos, stock, estados de encomenda, regras de entrega e um painel de administração são cada um sistemas separados que têm de estar de acordo entre si e continuar a funcionar quando um cliente paga às duas da manhã.